quarta-feira, 13 de setembro de 2017

SOMOS SERES POLÍTICOS..?


SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2011

O que é ser político???

Sou um ser POLÍTICO, no sentido puro da palavra: Segundo Dalmo de Abreu Dalari...


" A origem da palavra política é Grega e foi utilizada por vários filósofos e escritores da Grécia antiga. Entretanto o de melhor compreensão foi escrita por Aristóteles. Segundo o filósofo o homem é um animal político, pois necessita da companhia de outras pessoas, ou seja: refere-se à vida comum, as regras de organização dessa vida, os objetivos da comunidade e as decisões sobre todos esses pontos. Portanto, é possível afirmar que é real a necessidade do homem de participar politicamente para ser realmente um ser humano, no sentido de que este é um ser que se relaciona com os outros, e só tem sentido seu existir se assim o for.
Percebe-se ainda que o homem confronta desafios, que de suas resoluções surgem conseqüências positivas ou negativas conforme forem tomadas as decisões destes desafios. A partir daí, a necessidade de se tomar decisões irá sempre exigir uma lucidez do indivíduo, que será adquirida através da sua conscientização crítica. Porém essa critica se constrói participando de todos os atos que influenciam o todo social.
O termo política permite diferentes interpretações desde uma realidade que desdobre da intimidade pessoal até uma esfera bem definida na sociedade. Podemos dizer que há duas direções para entender o significado de política. Uma segue o raciocínio de entender o termo como tudo que diz respeito às relações sociais, à realidade social global, enfim à sociedade em geral. Nesse sentido, tudo que ultrapasse o âmbito estritamente pessoal ou das relações íntimas e incida sobre qualquer realidade social é político. A outra tendência relaciona política com o poder. Assim uma ação política é aquela que visa à obtenção do poder, a sua conquista ou sua manutenção.
Podemos perceber em ambas as tendências um aspecto comum, que definiria o político: sua referência ao poder seja de modo indireto ou implícito (primeira tendência), seja de modo explícito ou direto (segundo tendência).
O autor conceitua política como a conjugação das ações dos indivíduos e grupos humanos, dirigindo-as a um fim comum. Diante disso a argumentação inicial é provida de valor considerando que, na primeira tendência, as ações dos indivíduos produzem efeitos sobre a organização da sociedade, seu funcionamento e sobre os seus objetivos e, na segunda tendência, a estrutura de poder procura atender a necessidade natural de convivência dos seres humanos. Essa estrutura de poder que mencionamos é aqui entendida como a sociedade política, que se legitima com a realização do bem comum. O bem comum aqui entendido como a finalidade da sociedade política.

2) Homem: animal político
No texto, o homem é apresentado como um animal político, no sentido que o homem está sempre em relação com o outro. O homem vive em sociedade não somente por contingência de sobrevivência, mas porque a sua própria natureza assim o exige.
O homem não pode ser entendido como um ser isolado, mas em comunhão com os outros homens. Portanto, o homem necessita de uma perspectiva evolutiva, a vida do homem é uma vida em projeto, num contínuo fazer-se. Por isso, existe a necessidade da participação política e é a partir desta que as relações se concretizam. A vida em sociedade é uma necessidade fundamental da natureza humana.

3) Problemas políticos: problemas de todos
O homem se confronta com os desafios próprios de sua época e, ao respondê-los, torna-se histórico. Um ser que pergunta se interroga e vive - assim no jogo de suas respostas (participação política)- se altera no próprio ato de responder. O isolamento significa a destruição. Assim a construção a partir desse movimento supõe a comunhão entre os membros de tal sociedade.
A busca pela felicidade dos membros da polis se realiza na comunhão, porém esta não pode ser entendida sem a concepção de serviço. Portanto a comunhão se realiza através do ato de servir e não pela servidão, que é a perversidade do ato de servir. É a integração dos membros da polis. Seguindo essa linha de raciocínio, verifica-se a urgência da luta contra a alienação e contra a massificação do homem. Assim todo aquele que mutila ou limita a história humana, seja através da ignorância e da manipulação por mitos, necessita de urgente conscientização, que se realizará através da prática da participação política.
4) A capacidade de tomar decisões
O homem é livre para decidir sobre seu próprio destino, que acontecerá conforme sua deliberação, mesmo que esta deliberação não seja explícita. Portanto, a liberdade está na potencialidade do indivíduo tomar decisões que tragam conseqüências para a sua vida e especialmente para a vida social. A liberdade deve ser entendida nesse sentido político.
Mesmo diante da inegável justificativa que ninguém pode viver sem tomar decisões, muitas pessoas insistem em não tomar decisões, seja por comodismos ou por medo da responsabilidade, medo esse dissimulado atrás de um desprendimento de acatar de boa vontade o que os outros decidirem. Não percebem que não decidindo, estão decididos a permitir que outros decidam em seu lugar. Permissão que poderá acarretar grandes prejuízos e um arrependimento sem cura e tornam-se espontaneamente pessoas inferiores e deixam de utilizar de sua liberdade. A omissão impede o sistema de ser democrático tendo em vista que a democracia é onde as decisões são tomadas com liberdade e se respeita a vontade da maioria. A omissão de tomar decisões pela maioria deixa a minoria decidir. Isso não é democracia. Portanto, participação política é o mecanismo onde se realizam as decisões. Estas se articulam com as utopias humanas. Para se tomar decisões precisa-se vivenciar uma utopia, que é incorporada através da convicção.



5) Direito de Participação Política
Na visão do Direito, a participação é um direito reconhecido e incontestável. Todo ser humano tem o direito de tomar parte no governo de seu país e a vontade do povo será à base da autoridade do governo. Esse direito foi consagrado pelo artigo 21 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Segundo o autor, não é difícil compreender a razão e o alcance do reconhecimento desse direito. Se todos são essencialmente iguais, ou seja, se todos valem a mesma coisa e se, além disso, todos são dotados de inteligência e de vontade não se justifica que só alguns possam tomar decisões políticas e todos os demais sejam obrigados a obedecer. Para que exista justiça é necessária a participação de todos nas decisões. Esse direito sempre existiu pelas razões expostas, porém apenas foi explicitado pela Declaração no século XVII/ XVIII e pelas constituições que posteriormente surgiram influenciadas pela declaração e pelo pensamento da burguesia. Nessa época ainda, foi implementado o sistema de dar a um representante o direito de falar e decidir em nome de muitos representados.
De acordo com o texto, não há lei alguma que possa se obrigatória para a comunidade, nem mesmo o contrato social, ao contrário, sua obrigatoriedade nasce do consenso e de sua sujeição à soberania da vontade geral. Com as idéias que valorizavam a pessoa humana, as constituições foram sendo modificadas, afirmando a igualdade de direitos e consagrando o sistema chamado de "sufrágio universal" (soberania da vontade popular).
Portanto, a participação política não pode reduzir-se ao exercício do voto, mas, sobretudo participar de todas as decisões inclusive a de como participar. Podemos dizer que as formas de participação são resultantes da própria participação política.


6) Dever de Participação Política
A participação política é um dever de todos, é importante que exista, porque através dela todos podem exercer a sua vontade e tomar consciência do que está sendo feito. Em outras palavras, deve agir como um poder fiscalizador das políticas públicas, que não podem ficar restritas a um pequeno número de indivíduos que ditam as normas, sem conhecerem o que os outros pensam a respeito.

7) Formas de Participação Política
Existem indivíduos que não procuram exercer plenamente seu direito de participação política, limitam-se a cuidar de dois assuntos de seu interesse particular imediato, dizendo que não gostam ou que não entendem de política. O processo de conscientização que conduz a uma participação ativa passa pela construção e recriação de uma cultura política que permita uma avaliação não apenas a partir do bom senso. E preciso entender que participação política não é apenas participação eleitoral, e muitas vezes é mais eficiente por outros meios.
Tipos de participação política: Individual e Coletiva | Eventual e Organizada | Conscientização e Organização | Participação eleitoral.
Individual – Neste caso o indivíduo em certas situações toma suas próprias conclusões e escolhe seu caminho.
Coletiva – Ocorre por meio da integração em qualquer grupo social e a força do grupo compensa a fraqueza do indivíduo.
Eventual – Está ligada a circunstâncias momentâneas, assegurando que dos dois modos há equivalente eficácia, desde que exercidos com consciência e responsabilidade.
Organizada – assegura a continuidade dos trabalhos e assim maior eficiência.
Conscientização
Organização – Consiste em colaborar concretamente, fornecendo idéias ou meios materiais, para que grupos humanos conjuguem seus esforços visando objetivos comuns.
Participação eleitoral – Cada indivíduo pode participar de modo diferente no processo militante partidário. A participação através do voto é o mínimo que se deve exigir para cada cidadão numa democracia representativa.

Conclusão:
Para buscar uma nova sociedade onde haja justiça, como principal fonte para realizar a igualdade e liberdade, o ato de participar politicamente é uma necessidade. Entretanto aqueles que não desejam mudanças desejam difundir sempre o que é contrário da participação: o comodismo, a difusão de que existe ideologia presente nos próprios atos participativos.
Não basta dizer que todos são livres e iguais como fazem a maioria das constituições existentes, se os livres e os iguais não dispuserem a assegurar condições políticas e possibilidades econômicas para que as pessoas possam efetivamente gozar de liberdade. Não se trata de mera concessão de direitos. É necessário sempre lutar por eles, seja para efetivá-los de fato, mantê-los, ou aperfeiçoá-los.
As questões sociais e políticas não podem ser tratadas como se fossem problemas técnicos e resolvidas por burocratas. Isto é coisa de regimes ditatoriais. Todas as questões sociais e políticas pertencem à sociedade e a ela compete decidir e resolver, e resolvê-las a partir de uma consciência crítica, e conseqüentemente participativa.
Conclui-se, portanto, que ainda existe a falta de participação política dos cidadãos devido à falta de uma cultura política.
É necessário que “surja” uma nova sociedade, mais participativa, mais consciente, politicamente falando, e que o ser humano construa uma sociedade onde as decisões políticas sejam de todos e para todos."

A COMUNIDADE EM DEBATE, CONVIDA VOCE A PARTICIPAR DESSA CORRENTE, NO SENTIDO DE TRANSFORMAR  AÇÕES DE UMA SOCIEDADE COM POLITICAS MAIS JUSTAS ACESSIVEL A TODOS. NUMA APROXIMAÇÃO AO QUE O TEXTO NOS CONCEITUA, CONSIDERANDO AS MUDANÇAS, CUSTUMES, CREÇAS, IDEOLOGIA QUE O TEMPO DEIXOU PARA TRÁS.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

UM EVENTO PLAUSÍVEL

Crise política vai pautar campeonato de debates na quinta-feira

Campeonato Brasileiro de Debates ganha relevância no país ao treinar jovens para argumentar temas diversos e estimular a tolerância


 postado em 04/09/2017 06:00 / atualizado em 04/09/2017 08:45

Jair Amaral/EM/D.A Press
O Senatus,. espaço de debates na UFMG, tem discussões, leitura de textos e aulas de teatro (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)


Num país dividido pela política e com os ânimos acirrados, é quase impossível imaginar que alguém contrário ao governo do presidente Michel Temer (PMDB) se disponha a defendê-lo. Ou vice-versa. Pois essas pessoas existem e estarão reunidas no 4º Campeonato Brasileiro de Debates, marcado para quinta-feira (7), feriado da Independência, no Rio de Janeiro. 

São jovens de todo o país que se dedicam à prática do debate como forma de criar no Brasil uma cultura de respeito e tolerância. Para isso, eles deixam de lado suas convicções pessoais para protagonizar uma disputa entre os melhores argumentos sobre os assuntos mais diversos.
Além do governo Temer, este ano, o evento vai discutir a crise na Venezuela, financiamento público, festas populares, delação o sistema tributário. Também haverá discussões que ultrapassam a questão política, como cirurgia de redesignação sexual, inteligência artificial e suicídio, além de um tema surpresa. Cada participante estuda sobre os temas, em média, 100 horas ao longo da preparação para o campeonato. As abordagens sobre cada tópico são reveladas somente no dia do debate. Na hora, também é sorteado o posicionamento que as duplas competidoras deverão sustentar: oposição ou defesa.

Na final do campeonato de 2015, por exemplo, os concorrentes tinham que desenvolver argumentos contrários ou favoráveis à seguinte moção: “Esta Casa acredita que Tiririca faz bem à democracia brasileira”. No ano anterior, um dos temas foi “Esta Casa legalizaria o aborto”. Embora recente no Brasil, essa é uma tradição antiga no exterior, em especial em países europeus, onde se multiplicam sociedades de debate. O sistema parlamentar britânico é, atualmente, a principal referência de debates no mundo.

O Instituto Brasileiro de Debates (IBD), que nasceu na catarse das conturbadas manifestações de rua de junho de 2013, estima pelo menos 15 sociedades no país, movimentos que ganham força, principalmente, em Minas Gerais e no Ceará, que reúnem as três duplas campeãs brasileiras. Apesar das competições e dos torneios, o IBD encara os debates como parte de uma mudança na política brasileira. “Pensamos em uma política de conteúdo e discurso de qualidade. Queremos formar a próxima geração de legisladores do país”, afirma o presidente e fundador do IBD, o advogado mineiro Renato Ribeiro.

Os mineiros Bernardo Rabelo e João Sad, vencedores do campeonato de 2015, ganharam a disputa ao rechaçar a afirmativa de que o deputado federal Tiririca faz bem à democracia brasileira. “Defendi, entre outros argumentos, que ele somente reporta o descrédito da política no Brasil. Ainda não tenho opinião formada sobre o tema, mas sempre temos que estudar os dois lados, pois não escolhemos o lado que vamos defender”, diz Rabelo, advogado recém-formado, que ainda não pensa em se arriscar em carreira na política.

“Existe uma cultura política de discursos superficiais no Brasil, assemelhando-se a uma conversa futebolística”, destaca o presidente do IBD. Segundo Ribeiro, não há qualquer tipo de orientação ideológica no instituto e a ideia é incentivar a diversidade de pensamentos, além de valorizar temas do cotidiano. “Ao investigar o outro lado, passa a descobrir as ressalvas e também desenvolve a tolerância, o respeito, a aproximação e a admiração mútua”, afirma.

CAMPEONATO DE DEBATES
Como é

. Os participantes concorrem em duplas.
. As duplas ficam sabendo 15 minutos antes do debate sobre a abordagem de cada tema e qual posicionamento deverão defender.
. Cada membro faz um discurso de sete minutos de duração.
. Os participantes poderão fazer observações ou perguntas durante os discursos dos membros das duplas opositoras.
. É proibido o uso de equipamentos eletrônicos

Temas

. Governo Michel Temer
. Tributação
. Crise na Venezuela
. Delação
. Financiamento público
. Festas populares
. Cirurgia de Redesignação Sexual
. Inteligência artificial
. Suicídio
. Tema surpresa
 ‘COXINHAS’ E ‘TILELÊS’

O exercício da tolerância é um dos desafios propostos aos estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), famosa pela divisão dos alunos entre “coxinhas”, com tendência conservadora, e  “tilelês”, considerados mais progressistas. Na Senatus, sociedade de debates da universidade fundada em 2014, eles se encontram todas as manhãs de sábado para construir argumentos favoráveis ou contrários sobre o que concordam ou não.

“Queremos oferecer uma qualificação discursiva no meio universitário. Por causa dos estereótipos, as pessoas têm dificuldade de ouvir o outro. Nos debates, você é obrigado a defender algo de que você discorda completamente. Isso te faz ver um outro lado e até mudar de ideia”, afirma a presidente do Senatus, Clara Carvalho, estudante do 8º período de direito. Ela mesmo revela ter repensado vários posicionamentos. “Era muito conservadora para muitas coisas. No caso do aborto, por exemplo, não sou a favor, mas hoje entendo quem é”, diz.

Além dos debates, os estudantes fazem leituras de textos de filosofia e política e têm aulas de teatro, oratória e postura corporal. Em ano eleitoral, eles assistem aos debates políticos para analisar a performance dos candidatos. “Vemos muitas vezes que os discursos são vazios”, ressalta.

No caso do campeão Bernardo Rabelo, que sempre teve facilidade em falar em público, o encantamento pelo universo dos debates ocorreu ao entrar para o Senatus. Logo depois, num intercâmbio na Inglaterra, não teve dúvidas e continuou a participar de uma sociedade, chegando a ir ao campeonato mundial de debates, na Grécia. “Ao entrar em contato com os argumentos, você passa a compreender melhor os assuntos e a buscar candidatos com ideais mais alinhados com os meus. Em um dos campeonatos, discutimos cotas para mulheres em cargos legislativos. Esse debate me tornou mais disposto a votar em mulheres”, conta.
Atuais campeões brasileiros de debate, os estudantes de direito cearenses Matheus Casimiro, de 22 anos, e Sophie Poch, de 21, tentam nesta semana o bicampeonato, na última competição de que participarão. Matheus Casimiro reforça que os prêmios da prática discursiva vão muito além dos troféus. “Era muito tímido, gaguejava e foi uma oportunidade para diminuir minha timidez. Também é um exercício de tolerância, de sair da zona de conforto para mudar meu ponto de vista”, ressalta. Depois de debater sobre candidatura avulsa (quando não é preciso se filiar a um partido), por exemplo, Casimiro acabou mudando de ideia. “Era contrário a isso”, diz

A COMUNIDADE EM DEBATE, CONGRATULA-SE E PARABENIZA PELA A INICIATIVA DOS ORGANIZADORES, NESSE MOMENTO DE TURBULÊNCIA NACIONAL DE NATUREZA POLITICA, SOCIOECONÔMICA,  ÉTICA E MORAL NUNCA VISTO EM NOSSA HISTORIA.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O CRIME INCONTESTAVEL

Polícia Federal encontra dinheiro em apartamento que seria utilizado por Geddel

PF chegou a endereço em Salvador que seria utilizado pelo ex-ministro do governo Temer Geddel Vieira Lima.




Dinheiro foi encontrado em apartamento em Salvador (Foto: Polícia Federal)

Esta foi uma Matéria publicada no G1 em  05/09/17.

Sem querer entra no mérito da publicidade, quero apenas deixar  aqui, a titulo de contribuição e reflexão as seguintes perguntas para o leitores e os  cidadãos brasileiros.
  •  VOCÊ ACREDITA QUE IREMOS ACABAR COM  ESSE TIPO DE POLÍTICOS LADRÕES DO DINHEIRO  PUBLICO?

  • ESSE TIPO DE CRIME COMPROMETE  CREDIBILIDADE DAS INSTITUIÇÕES..?

  •  SERÁ POSSÍVEL BANIR  ESSES CORRUPTOS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.?

  • COMO OS MOVIMENTOS ORGANIZADOS, PODERÃO INFLUENCIAS NAS MUDANÇAS A CURTO PRAZO.?




A Polícia Federal encontrou, nesta terça-feira (5), uma grande quantidade de dinheiro em um apartamento que seria utilizado por Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), em Salvador.
A ação, chamada de Tesouro Perdido, é um desdobramento das investigações sobre fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal, a operação Cui Bono. Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica do banco entre 2011 e 2013, durante o governo de Dilma Rousseff. No governo Temer, ele foi ministro da Secretaria de Governo (veja perfil completo mais abaixo).
A prisão de Geddel foi decretada em julho. No pedido à Justiça, o Ministério Público Federal afirmou que Geddel é "um criminoso em série" e que faz dos crimes financeiros e contra a administração pública "sua própria carreira profissional". O ex-ministro cumpre prisão domiciliar na Bahia.
As caixas e malas de dinheiro encontradas pela PF nesta terça estão em um imóvel que fica na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça, área nobre da capital baiana. O apartamento teria sido emprestado ao ex-ministro para que guardasse os pertences do seu pai, já falecido. Durante as investigações sobre Geddel, surgiu a suspeita de que ele estava usando o local para esconder provas de atos ilícitos e dinheiro em espécie.












domingo, 3 de setembro de 2017

SE O RIO É LINDO, A AMAZÔNIA É VIDA

O Rio manda avisar que continua lindo

Empresários e entidades se unem para criar calendário de eventos, dotar setor de planejamento e divulgar o Rio no Brasil e no exterio.Resultado de imagem para o rio de janeiro continua lindo


RIO — Cansados de ver o potencial turístico do Rio desperdiçado, e apostando que o setor é a atividade fundamental para tirar o estado da sua atual situação, empresários e entidades estão se unindo para realizar ações por conta própria. O objetivo é um só: virar a página da crise.
A saída para transformar o turismo de potencial em potência está no planejamento de longo prazo, sustentado por três pilares: melhorar a segurança local e a percepção que os visitantes têm dela; promover o estado dentro e fora do país e ter um calendário de eventos, que garanta a presença de turistas no estado mesmo fora do carnaval e do Ano Novo.
O calendário anual de eventos temáticos já tem nome, “Rio de Janeiro a Janeiro”. Vai abranger áreas como moda, esporte e música, e começa a valer este ano. Concebido por uma equipe de especialistas em entretenimento, o projeto ainda está sendo afinado, mas a proposta é que aos eventos-âncora, ao menos um por mês, somem-se outros menores, que tomem as ruas, como festivais musicais, explica o empresário Roberto Medina, presidente do Rock in Rio e um dos envolvidos no projeto.
RIO — Cansados de ver o potencial turístico do Rio desperdiçado, e apostando que o setor é a atividade fundamental para tirar o estado da sua atual situação, empresários e entidades estão se unindo para realizar ações por conta própria. O objetivo é um só: virar a página da crise.
A saída para transformar o turismo de potencial em potência está no planejamento de longo prazo, sustentado por três pilares: melhorar a segurança local e a percepção que os visitantes têm dela; promover o estado dentro e fora do país e ter um calendário de eventos, que garanta a presença de turistas no estado mesmo fora do carnaval e do Ano Novo.
O calendário anual de eventos temáticos já tem nome, “Rio de Janeiro a Janeiro”. Vai abranger áreas como moda, esporte e música, e começa a valer este ano. Concebido por uma equipe de especialistas em entretenimento, o projeto ainda está sendo afinado, mas a proposta é que aos eventos-âncora, ao menos um por mês, somem-se outros menores, que tomem as ruas, como festivais musicais, explica o empresário Roberto Medina, presidente do Rock in Rio e um dos envolvidos no projeto.
A estimativa é que somente a agenda fixa de eventos traga um crescimento anual ao setor em torno de 20%, e que, a partir daí, sejam injetados R$ 6,3 bilhões de arrecadação na economia do Rio e 170 mil novos empregos.
— O Rio teve muito investimento e está pronto para receber o turista. Apesar da crise, podemos mudar esse cenário. O Rock in Rio é um exemplo disso, tem muita gente vindo. Temos como pagar a conta com o turismo, o desafio é a segurança — afirma Medina.

Em novembro, começa uma campanha para redução de preços em shoppings. Entre os eventos previstos para o próximo ano, além dos tradicionais réveillon e carnaval, estão Rio Montreux Jazz Festival, UFC, Vest Rio e a abertura do Campeonato Brasileiro.
O Rio Convention & Visitors Bureau tem, ainda, 250 eventos confirmados até 2027 para engordar a agenda de visitantes. Outros 1.450 estão em fase de prospecção. A estimativa é de que somente essa agenda atraia mais de um milhão de congressistas e, com eles, US$ 1,32 bilhão.
Com suas praias, paisagens, clima e cultura, o Rio é ainda o principal destino de estrangeiros. Em 2016, de acordo com a Embratur, 32,2% de todos os turistas que vieram a lazer para o Brasil se dirigiram à Cidade Maravilhosa.

Após os grandes eventos — Copa do Mundo e Olimpíada — a capital, principalmente, ganhou uma estrutura melhor, desde a mobilidade e novos espaços públicos, como a região do Porto, até o aumento na oferta de quartos de hotel. A taxa média de ocupação dos hotéis, hoje, é metade do que foi à época dos Jogos. Mas essa ressaca pós-olímpica não é exclusiva do Rio. Londres e Barcelona também passaram por isso. A diferença, explica Michael Nagy, diretor comercial do Rio Convention & Visitors Bureau, é o planejamento:
— Essas cidades se preocuparam em fazer um planejamento e o turismo voltou a crescer. Já no Brasil, as várias rupturas provocadas pelas crises financeira e política quebraram a continuidade e a consistência do trabalho que foi realizado.
O fato é que os interessados em alavancar o turismo perceberam que a combinação beleza natural e estrutura já não eram suficientes para aumentar o número de turistas. Além da questão da segurança, todos afirmam que é preciso propagar melhor a imagem do Rio.
—" O Rio é uma cidade protagonista e que, mesmo com a situação pela qual passa, atrai turistas. O problema é a falta de continuidade do trabalho de promoção da cidade dentro e fora do país. Falta publicidade. Estamos em um nível inferior diante da concorrência internacional — pontua Nagy."
Um dado curioso reforça esse quadro. De acordo com o coordenador do Centro de Referência em Inteligência Empresarial (Crie) da Coppe/UFRJ, Marcos Cavalcanti, as pesquisas realizadas com estrangeiros que chegam ao Brasil revelam que a maior preocupação é a violência. Já na saída do país, a reclamação número um é a falta de informação turística na cidade. Diante dos exemplos de outras cidades, do potencial do Rio e da estagnação neste momento, a solução, para ele, seria democratizar a internet, para facilitar a vida dos turistas, e desburocratizar a legislação, para que os cariocas tenham mais facilidade em empreender.
— A internet gratuita é essencial para que o turismo no Rio avance. Além de suprir a deficiência de informação ao turista, ela amplia a possibilidade de pessoas criativas desenvolverem novos negócios. Foi o que aconteceu com Londres, que, após as Olimpíadas de 2012, criou um ambiente favorável com internet gratuita na cidade.

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E NÓS AMAZÔNIDAS QUE NÃO TEMOS A GLOBO COMO ALIADA, QUEM LEVANTARÁ VOZ PARA DEFENDER A AMAZÔNIA, E A POPULAÇÃO DE MANAUS.?

Resultado de imagem para MANIFESTAÇÃO CONTRA DECRETO DA RESERVA AMBIENTAL NA AMAZONIA


“Os Amazônidas mandam a avisar que: A AMAZÔNIA TAMBÉM E PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE”


A NOSSA MANAUS QUE TEM UM  ÍNDICE DE CRIMES E ASSASSINATOS NUNCA VISTO EM SUA HISTORIA . CADÊ O PLANO, O PROJETO DE GOVERNO PARA MUDAR ESSA REALIDADEResultado de imagem para Por G1 AM 05/06/2017 14h32 Atualizado 06/06/2017 10h49



Número de homicídios cresce 145,7% em dez anos no Amazonas
Número de assassinatos saltou de 599 para 1472, segundo Atlas da Violência 2017.

Por G1 AM
05/06/2017 14h32  Atualizado 06/06/2017 10h49


 O número de homicídios aumentou 145,7% entre 2005 e 2015 no Amazonas, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Nesse período, o número de assassinatos saltou de 599 para 1472. O estado aparece em 5º com maior crescimento do País. O índice brasileiro de homicídios foi de 22,7%.
Os dados, que integram o Atlas da Violência 2017, apontam que cresceu em 18,7% o número de homicídios entre os anos de 2014 e 2015. Os casos subiram de 1240 para 1472 neste período.
O documento destaca, ainda, o massacre de mais de 60 presos registrado no Amazonas no início do ano e crise carcerária no país. O Instituto afirma que "o cenário supramencionado representa a continuidade da crise na segurança pública, que veio se agravando nos anos anteriores".
"Já no primeiro dia de 2017, uma rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, deixou um rastro de sangue com 56 mortos. Duas semanas depois, mais 26 assassinatos em um massacre num presídio no Rio Grande do Norte. Outras rebeliões se seguiram em prisões em vários estados brasileiros nos primeiros meses do ano, revelando mais uma vez a completa falência do sistema de execução penal nacional", diz.
Jovens
De acordo com o Atlas, desde 1980 ocorre no país um processo gradativo de vitimização letal da juventude, em que os mortos são jovens cada vez mais jovens. No Amazonas, o número de homicídios por faixa etária de 15 e 29 anos cresceu 127,2%. Em 2005, 356 jovens morreram assassinados contra 809 ocorridos em 2015. Na análise entre 2014 e 2015, a alta foi de 19,3%.
"O drama da juventude perdida possui duas faces. De um lado a perda de vidas humanas e do outro lado a falta de oportunidades educacionais e laborais que condenam os jovens a uma vida de restrição material e de anomia social, que terminam por impulsionar a criminalidade violenta", diz um trecho do documento.
Homicídios de negros
O Atlas da Violência 2017 também mapeou os assassinatos de pessoas negras no país. De cada 100 pessoas que sofrem homicídio no Brasil, 71 são negras. No Amazonas, a taxa de homicídio por 100 mil habitantes de negros subiu 124,5%, enquanto a taxa de homicídio por 100 mil habitantes não negros foi de 33,2%.
Mortes de mulheres
O número de homicídio de mulheres também cresceu no Amazonas. Em 2005, foram 48 ocorrências. Dez anos depois, o número chegou a 115, o que representa aumento de 139,6%.
Em relação à taxa de homicídio de mulheres negras, houve aumento de 102,8% nos últimos dez anos. O levantamento também analisou os períodos de 2014 a 2015 e 2010 a 2015, com alta de 45,2% e 45,5%, respectivamente.
Mortes por arma de fogo
Os índices de mortes violentas por arma de fogo também estão altos. Em 2015, foram 264 contra 930 em 2015. O número representa uma aumento de 252,3%. O Amazonas ficou atrás somente do Rio Grande do Norte (361,9%) e Tocantins (253,8%).
Mortes decorrentes de intervenção policial
Os dados também apontam o número de mortes por mortes decorrentes de intervenção policial em serviço. Fora. No país, foram 1.774 em 2014 e 1.778 em 2015. Já no Amazonas, o número corresponde a 26 e 2631, respectivamente no período analisado.
Combate ao crime organizado
O combate e a prevenção dos crimes contra a vida, como os homicídios, tem sido uma das principais frentes de atuação das forças de Segurança do Estado, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).
Segundo dados da SSP-AM, mais de 70% dos homicídios do Estado, principalmente em Manaus, têm ligação com o tráfico de drogas.
"Se mata no Brasil por conta de narcotráfico, de venda, de compra e de consumo de entorpecentes. A maioria dos homicídios no Amazonas é ligados ao tráfico de entorpecentes, direta ou indiretamente. Isso nos faz entender que é preciso atacar um pra combater o outro. E os resultados dos últimos dois anos mostram que estamos avançando no combate aos crimes", afirmou o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes.

 O resultado das estratégias integradas nos últimos dois anos foi o recorde de apreensões de drogas e a diminuição de homicídios a partir de 2016. Nos anos de 2015 e 2016 foram 23 toneladas de drogas apreendidas. Já nos primeiros meses deste ano, já são aproximadamente cinco toneladas de drogas apreendidas.
Em relação aos homicídios, segundo a SSP, em 2015 Amazonas começou a registrar uma desaceleração no crescimento de assassinatos e em 2016 teve redução histórica dos homicídios em Manaus e em municípios do interior do Estado, o que não acontecia nos últimos dez anos. De acordo com os dados da SSP-AM, a redução de homicídios em 2016 chegou a 23,30% no Estado, e 18, 92% em Manaus.
Além disso, conforme nova enviada pela Secretaria, houve um aperfeiçoamento dos trabalhos do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) que melhorou os protocolos e técnicas para atender os locais de crimes, bem como o Corpo de Bombeiros e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) com trabalhos de prevenção.
A SSP-AM destaca, ainda, que atua com mapeamento e análise constante para monitorar zonas com maiores incidências de crimes, melhorar o tempo-resposta de cada ocorrência e impedir o aumento da violência.

QUAIS FORAM OS RESULTADOS DESSES PLANOS PARA MUDAR ESSA SITUAÇÃO? ATÉ PRESENTA DATA NENHUM .
Se o Amazonas também é um ente federativo subordinado as mesmas politicas publicas dos demais estados da federação, não tem a mesma atenção e o mesmo respeito  inerente a segurança e o bem estar de sua população. Será porque  não temos o mesmo PIB, a mesma RENDA PER CAPTA,  moramos na região Norte ?  isso seria o motivo principal para que merecesse o devido tratamento do governo e da classe empresarial. comprometida com essas mazelas sociais.









sexta-feira, 18 de agosto de 2017

0 Maior bem do homem: DEUS


O Senhor Deus,É somente Deus, é o maior bem do homem.
Em um sentido geral podemos dizer que o SENHOR Deus é  o maior bem de todas as suas criaturas, pois Deus é o Criador e o sustentador de todas as coisas, a fonte de todo o ser e de toda a vida e a fonte inesgotável da qual flui tudo o que é  bom.
Todas as criaturas devem sua existência àquele que é o ser único. Eterno e onipotente.
Concluindo  com as palavras  de Agostinho: "O coração  do homem foi criado por Deus, é, por isso, Ele não pode encontrar descanso a não ser no coração de Deus "

INFERIMOS:

(1)  Todos os homens estão procurando por Deus, mas eles não o procuram da forma certa.
-eles procuram aqui embaixo, mas ele está lá em cima;
-eles procuram na terra, mas ele esta  no céu;
-eles procuram longe mas ele esta perto;
-eles procuram  no dinheiro, na propriedade, na cama, no poder, na paixão, mas ele esta  no alto e Santo lugar, e, também  com o contrito e o abatido de espírito. (Is.57.15).

(2)  Mas, eles o procuram como se, tateando, pudessem encontra-lo (at 17.27), na ciência e no conhecimento de si mesmos, na vaidade de seus próprios  pensamentos.

(3)  Eles o procuram e ao mesmo tempo FOGEM dele.
- eles não interessarem conhecer os seus caminhos; e não podem faze-Los sem ajuda d'Ele.

(4)  Eles se sentem ATRAÍDOS a Deus e ao mesmo tempo REPELIDOS por ele.
POR ISSO, precisamos  do SENHOR Jesus, ele diz "vinde Amém,  vocês que estão cansados e sobrecarregados "
Que aconteça  com você o que se deu comigo, na MINHA ANGÚSTIA  da busca que não alcança,  foi alcançado!

As Escrituras Sagradas, a Bíblia, me conduziu a ele, na MINHA miséria encontrei  a verdadeira  paz. Foi Ele mesmo  quem me conduziu as escrituras!
[Fonte: BAVINK, Hernan, (1977), pp. 17-23-com alguma adaptação]

#dEleviemos
#praEleiremos
#PazsóEmNoSENHORJesus

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Nosso 1º Tema Comunidade em Debate - NOSSA POLITICA VERSUS NOSSA JUSTIÇA

Tempos tenebrosos, descrenças. indignação, revoltos, entre tantos adjetivos que se tornam manchetes na mídia nacional, que  caracterizam e configuram nossa realidade numa situação de incerteza e descrenças nas instituições, vigas mestras da Democracia e do Estado de Direito, ante ao fato: Convido  você a participar democraticamente externando sua opinião acerca do tema, para uma melhor discussão, pontuo algumas situações para enriquecer nosso debate
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Como você analisa o comportamento dos Ministros STF ?
Numa condição legal, qual seria a saída para salvar o Brasil dessa crise (politica, econômica e social) ?